26 de mar. de 2010

Crônica


O Sol se punha atrás do morro grotescamente, como um ladrão se escondendo num porão, fugindo do mundo que o cerca. As sombras se formam em todos os lugares, adquirindo formas fantasmagóricas. O ambiente era cinza como a alma de um defunto trancado por toda a eternidade num caixão em putrefação devido aos vermes sedentos por madeira velha. O crepúsculo apontava pela área com um ar gélido e úmido, me sentia sufocado num buraco escuro e asqueroso. Esse foi o meu pior fim de tarde, o pior mesmo, pois depois dele, nunca houve um próximo...

Texto criado para minha redação do PBA...
By: Lucas Izaltino Panek

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